Será que o Simples Nacional ainda é vantajoso para sua empresa?

Você está pagando mais imposto do que deveria, sem perceber!  

Muita gente permanece no Simples Nacional apenas por comodidade. Mas se você está aqui, é porque já vimos que algo não fecha nas contas . Talvez os impostos sejam altos demais. Talvez sua operação tenha mudado. Ou talvez você só queira pagar menos — e com segurança.

A boa notícia: existe um caminho.
E ele pode começar a mudar o regime tributário de sua empresa.

Na Liddera, já ajudamos centenas de empresários a fazer essa transição de forma estratégica — com planejamento, claro e economia real.

Hoje você vai entender com profundidade:
✔️ Quando o Lucro Presumido passa a ser mais vantajoso
✔️ Como sair do Simples da forma certa
✔️ E o que você precisa ajustar na estrutura do seu negócio para aproveitar essa mudança

Prepare-se: esse conteúdo vai abrir sua visão empresarial.

Simples Nacional e Lucro Presumido: entenda a lógica por trás dos regimes

Vamos direto ao ponto. O Simples Nacional unifica tributos e facilita a vida de micro e pequenas empresas. Mas essa simplificação vem com um preço — e ele sobe à medida que seu negócio cresce.

Alíquotas variadas conforme o faturamento e o setor. Na prática, empresas de serviços, por exemplo, podem pagar entre 15% a 22% — ou mais, dependendo da atividade.

Do outro lado, temos o Lucro Presumido , que parece mais técnico — e realmente é. Mas essa técnica é justamente o que pode gerar economia. O governo presume sua margem de lucro (8% para comércio, 32% para serviços) e, com base nisso, aplica os tributos:

  • IRPJ (15%)

  • CSLL (9%)

  • PIS + Cofins (3,65%)

  • Pagamentos de ISS ou ICMS separadamente

O segredo está na estrutura da sua empresa. Dependendo do seu porte, da sua operação e da sua folha, essa conta muda — e muito.

Sinais de que está na hora de sair do Simples Nacional

1) Suas receitas aumentadas e os impostos também

Empresas que faturam acima de R$ 250 mil/mês já precisam acender o alerta. A partir de R$ 300 mil/mês , a alíquota do Simples pode ultrapassar 23%, 25%… Enquanto no Lucro Presumido, dependendo da atividade, é possível ficar entre 13,33% e 16,33% .

Isso é economia direta, mês a mês.

2) Você é sócio, pessoa jurídica ou estrangeira

Se você é sócio PJ ou estrangeiro, você não pode continuar no Simples. A legislação proíbe. Neste caso, a migração é obrigatória — e o Lucro Presumido pode ser o caminho mais viável.

3) Sua empresa presta serviços, mas tem poucos funcionários

Muitos empresários têm medo do “Patronal do INSS” no Lucro Presumido. Mas se sua folha é enxuta, esse custo é mínimo. E a redução na alíquota compensada com folga.

4) Você está preso ao Anexo V e não consegue usar o Fator R

As Empresas do Anexo V (como tecnologia, consultoria, engenharia etc.) começam com alíquotas altíssimas — acima de 15%.
Se você não conseguir destinar 28% do faturamento à folha (condição para usar o Anexo III), o Lucro Presumido pode ser muito mais interessante.

5) Você atua com isenções, benefícios ou créditos fiscais

Se sua empresa trabalha com produtos isentos de ICMS, ou possui benefícios fiscais estaduais, o Simples Nacional “apaga” essas vantagens. No Lucro Presumido, você consegue aproveitá-las.

O que considerar antes de mudar de regime

Migrar para o Lucro Presumido exige mais que uma decisão — exige planejamento.

Simule dois cenários, compare quanto você paga no Simples e quanto pagaria no Lucro Presumido. Faça isso com base em dados reais: faturamento, folha, atividades. É o passo mais importante de todos.

Com o Lucro Presumido, você precisa de:
  • Escrituração contábil mais rigorosa

  • Controle detalhado de despesas e receitas

  • Gestão correta de impostos individualizados

  • Organização com folha e pró-labore

Se você estiver disposto a estruturar isso (e tiver o suporte certo), os benefícios são reais.

Como fazer a mudança com segurança: passo a passo

1) Faça um planejamento tributário completo

Nada de “mudar no impulso”. Com um contador especializado, você vai:

  • Mapear o cenário atual e simular o futuro

  • Avaliar pontos críticos: impostos, custos, regras

  • Planejar a estrutura necessária para a nova realidade

2. Escolha o momento certo

Mudanças voluntárias só podem ser feitas até 31 de janeiro . Passou isso, só em caso de obrigatoriedade (excesso de faturação, por exemplo).

Ou seja: quem quer mudar com estratégia, precisa se planejado no ano anterior.

3. Faça o desenquadramento corretamente
  • Acesse o Portal do Simples Nacional

  • Faça a comunicação formal de saída

  • Atualizar o CNPJ na Receita, Junta e órgãos estaduais/municipais

  • Ajuste toda sua estrutura fiscal e contábil

4. Organize sua operação para o novo regime

Agora você vai precisar de mais controle. Isso inclui:

  • Escrituração contábil e fiscal constante

  • Emissão de notas com destaque dos tributos

  • Separação de custos operacionais

  • Acompanhamento financeiro mês a mês

Se parece mais complexo, lembre-se: o retorno pode ser expressivo.

A Liddera conduz sua transição do Simples Nacional para o Lucro Presumido

Na Liddera , já ajudamos diversas empresas a enxergar o momento certo de sair do Simples e a fazer essa migração com inteligência — do jeito certo, no tempo certo.

Nosso trabalho vai muito além da contabilidade padrão. Aqui, a gente entra no fundo dos dados reais de sua operação , simula os dois regimes com precisão e traça um plano claro para você pagar menos impostos sem correr riscos.